Destaque o papel do gás natural, do carvão mineral e do urânio na matriz energética brasileira.
Destaque o papel do gás natural, do carvão mineral e do urânio na matriz energética brasileira.
Gaz natural – A participação do gás natural na matriz energética brasileira (cerca de 10%) tem aumentado, sobretudo em razão das reservas do Vale do Rio Urucu e da importação pelo gasoduto Brasil-Bolívia, mas ainda é menor que a média mundial.
Carvão mineral – Quanto ao carvão mineral, deve-se destacar que o Brasil detém grandes reservas (principalmente no Rio Grande do Sul), mas que o carvão mineralbrasileiro é de baixa qualidade. Por isso, a participação dessa fonte na matriz energética brasileira (aproximadamente 5%) também está abaixo da média mundial (mais de 20%).
Urânio – Brasil possui reservas de urânio em Caetité e em Santa Quitéria, além de controlar a tecnologia para a exploração dessa fonte. Ainda assim, a participação da energia nuclear na matriz energética brasileira (cerca de 1,4%) também se encontra abaixo da média mundial.
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Ainda no que se refere às fontes não renováveis, cumpre ressaltar o papel do gás natural, do carvão mineral e do urânio na matriz energética brasileira. A participação do gás natural na matriz energética brasileira (cerca de 10%) tem aumentado, sobretudo em razão das reservas do Vale do Rio Urucu e da importação pelo gasoduto Brasil-Bolívia, mas ainda é menor que a média mundial. Quanto ao carvão mineral, deve-se destacar que o Brasil detém grandes reservas (principalmente no Rio Grande do Sul), mas que o carvão mineralbrasileiro é de baixa qualidade. Por isso, a participação dessa fonte na matriz energética brasileira (aproximadamente 5%) também está abaixo da média mundial (mais de 20%). Ademais, as carvoarias causam impactos ambientais significativos, sobretudo em relação ao desmatamento. Por fim, o Brasil possui reservas de urânio em Caetité e em Santa Quitéria, além de controlar a tecnologia para a exploração dessa fonte. Ainda assim, a participação da energia nuclear na matriz energética brasileira (cerca de 1,4%) também se encontra abaixo da média mundial.