Entre os argumentos utilizados pelo Brasil para defender a reforma do COnselho de Seguran da ONU, figura o da necessidade de a estrutura de governança global ser representativa da atual distribuição de poder entre Estados e organizações internacionais, o que exige a atribuição de assentos aos países da União Europeia e a inclusão dos países nuclearmente armados, desde que sejam signatários do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares.
Entre os argumentos utilizados pelo Brasil para defender a reforma do COnselho de Seguran da ONU, figura o da necessidade de a estrutura de governança global ser representativa da atual distribuição de poder entre Estados e organizações internacionais, o que exige a atribuição de assentos aos países da União Europeia e a inclusão dos países nuclearmente armados, desde que sejam signatários do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares.
Errado. De forma alguma o Brasil defende que deve haver assentos permanentes para os países nuclearmente armados. Tampouco defende assentos rotativos para UE.