Acerca da política externa adotada pelo governo brasileiro no período entre 1930 e 1945, assinale a opção correta.
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A demonstração de simpatia do presidente Getúlio Vargas pelos regimes totalitários europeus e o incremento do comércio entre Brasil e Alemanha justificavam a intensa campanha governista de nacionalização dos imigrantes residentes na Região Sul e a proibição de propaganda e organização de partidos políticos.
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Em que pesem as pressões dos Estados Unidos da América (EUA), o Brasil aceitou manter relações comerciais com a Alemanha baseadas em moeda não conversível, denominada marco de compensação.
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A nomeação de Osvaldo Aranha para o Ministério das Relações Exteriores em 1938 introduziu rupturas fundamentais no encaminhamento da ação internacional do Brasil, que passou a desenvolver estratégia de barganha com os EUA e a Alemanha.
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Na fase inicial desse período, a política externa adquiriu um tom francamente belicoso e expansionista, como demonstram as ações de intervenção do Brasil em assuntos internos dos países vizinhos, ao tomar partido nos conflitos, como na Guerra do Chaco, entre a Bolívia e o Paraguai, e na Questão de Letícia, entre o Peru e a Colômbia.
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O Itamaraty, na VII Conferência Internacional Americana, realizada em Montevidéu, em 1933, reiterou a repulsa do governo brasileiro a alianças como a do Pacto Briand-Kellog.