Seguindo uma tendência que a África e a Ásia levaram ao extremo, também a América Latina teve sua trajetória marcada pela radicalização política nas décadas seguintes à Segunda Guerra Mundial. A esse respeito, julgue (C ou E) os itens a seguir.
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A onda de regimes políticos nacionalistas e reformistas na América Latina, iniciada com a Revolução Mexicana, que Cárdenas retomou a partir de 1934, ressurgiu na década de 50 do século passado, especialmente na Guatemala e na Bolívia.
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Vitoriosa em 1959, a Revolução Cubana, comandada por Fidel Castro, assumiu, em 1961, o caráter socialista de inspiração marxista e aprofundou os processos de coletivização de terras, nacionalização de empresas e monopolização do poder político.
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O Chile protagonizou a experiência latino-americana, inédita até então, de adoção do socialismo pela via eleitoral, que se deu com a vitória de Salvador Allende. Em 1973, um golpe de Estado pôs fim ao governo socialista e mergulhou o país em uma das mais ferozes ditaduras do Cone Sul.
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A chegada dos sandinistas ao poder nicaragüense, graças à vitória nas eleições de 1979 e ao apoio ostensivo de Washington, encerrou o ciclo de uma das mais duradouras ditaduras latino-americanas, a de Somoza.