A execução de Carlos I, em 30 de janeiro de 1649, foi decisão do Parlamento inglês que simbolizou o fim do absolutismo na Inglaterra e comprometeu o mito da identificação entre poder real e sua origem divina. Manifestação inicial da crise do Antigo Regime, a Revolução Inglesa do século XVII foi o ponto de partida da Era das Revoluções, que, entre fins do século XVIII e primeira metade do século XIX, iria desvelar o mundo contemporâneo.
Relativamente a esse processo histórico, assinale a opção correta.
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A Revolução Francesa de 1789 marcou o perfil ideológico das revoluções burguesas, dado seu caráter liberal e pioneiramente democrático, que acompanhou todo o processo revolucionário, da queda da Bastilha à ascensão de Napoleão Bonaparte ao poder.
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A Revolução Puritana de 1640 e a Revolução Gloriosa de 1688, ainda que integrantes de um mesmo contexto, são distintas nos propósitos e nos meios utilizados, visto que a segunda se insurgiu contra o Parlamento, mas procurou manter incólume o poder monárquico.
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Dois motivos excluem a Revolução Industrial do conjunto de revoluções burguesas que sepultaram o Antigo Regime: ter mantido em aberto o processo de transição do feudalismo ao capitalismo e ter exercido diminuta influência na transformação política dos países que se industrializavam.
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Chamados iluministas, pensadores europeus do século XVIII — especialmente franceses — revolucionaram intelectualmente o mundo moderno ao atacarem com vigor a injustiça, a intolerância religiosa e os privilégios, preparando o terreno para as revoluções que destruiriam o Antigo Regime.
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Considerada a primeira revolução americana, a independência das 13 colônias inglesas da América do Norte foi facilitada pela homogeneidade da colonização e pela decisão da Inglaterra de não reagir militarmente ao movimento separatista, para assegurar a continuidade dos negócios na região.