No que concerne ao pensamento econômico francês no século 18, julgue (C ou E) os itens a seguir.
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Os fisiocratas franceses, conhecidos como Les Economistes, defendiam que a lei econômica maior, em qualquer governo, deveria ser resumida no lema “laissez faire, laissez passer”, que sintetizava sua compreensão fundamental de que o comércio, como fonte de toda a riqueza, deveria ser livre da intervenção governamental.
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Ao assumir o posto de controlador-geral das finanças na França, em 1774, o economista Anne Robert Jacques Turgot procurou reduzir o descontrole do gasto público, inclusive por meio da redução do número de sinecuras e da concessão de novas pensões estatais. Contudo, foi sua política liberalizante do comércio que causou maior resistência dos demais ministros e de especuladores do mercado. Essas críticas, associadas às péssimas colheitas de 1775, minaram a confiança de Luís XVI e acabariam por inviabilizar a continuidade de Turgot à frente da economia francesa.
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De acordo com os teóricos da fisiocracia, os Estados deveriam paulatinamente ser extintos, já que não passam de entrave desnecessário ao livre comércio de bens.
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O modelo proposto por François Quesnay, no respectivo Tableau Economique, ilustrava como interagiam, por meio das trocas comerciais – ou seja, operações de compra e venda –, as classes proprietária (donos de terras), produtiva (trabalhadores da agricultura) e estéril (de artesãos e mercadores).