Pode-se afirmar, como os historiadores fartamente já o fizeram, que, no quarto de século que antecedeu a Primeira Guerra Mundial, os fundamentos do poder econômico e político da Grã-Bretanha já se encontravam em franca decadência. Entretanto, inegavelmente, a Era Vitoriana foi o período de maior esplendor do prestígio britânico no mundo. Nas artes, nas ciências e nas práticas econômicas e políticas, as instituições britânicas eram copiadas ou estendidas a outras partes do mundo pelo sistema colonial, pela imprensa e pela intensificação das relações econômicas com os mais longínquos países e culturas. Acerca desse período, julgue (C ou E) os itens a seguir.
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Na economia, ao longo desse período, o padrão-ouro estendeu a importância da libra esterlina para todos os continentes e, em Londres, era possível comprar desde seda da China e especiarias da Índia até pau-brasil, algodão e trigo, oriundos das Américas.
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Londres se tornara também o centro das finanças mundiais, fornecendo fundos para ferrovias, mineração e toda sorte de atividades de produção e de comércio desenvolvidas em praticamente todas as regiões do mundo.
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Na política, a rainha Vitória foi coroada, em 1837, e reinou até 1901. A esquadra inglesa e o House of Parliament eram sinônimos de ordem e poder, atuando como atores centrais para a expansão britânica em todos os quadrantes do planeta, exceto na Oceania.
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Nas letras, nomes como os de Charles Dickens, Rudyard Kipling e Herman Melville haviam se tornado amplamente difundidos com suas obras, sendo traduzidas e publicadas em todos os centros cultos do mundo.