CACD

POLÍTICA INTERNACIONAL 2013
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Questão q15 de 2013

Tempo: 00:00

Assinale a opção correta a respeito das relações internacionais conduzidas pelo governo brasileiro em articulação com diferentes países ou agrupamentos de países.

  1. A O interesse do Brasil no BRICS concentra-se nas iniciativas estratégicas relativas à segurança internacional, mediante a ação coesa em organismos como o Conselho de Segurança da ONU e a Agência Internacional de Energia Atômica, coesão comprovada na votação harmônica das quatro países do BRICS, no âmbito dessas entidades, nos últimos anos.

  2. B No Ato de Criação da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, de 1996, constam como órgãos originários, entre outros, a Conferência de Chefes de Estado e de Governo, o Conselho de Ministros e o Secretariado Executivo, tendo sido criados, desde então, outros órgãos, especialmente para melhor se conduzir a cooperação em âmbito setorial, aprofundando-se a amizade mútua e aperfeiçoando-se a concertação político-diplomática e a cooperação entre seus membros.

  3. C A iniciativa de aproximação entre Brasil, Índia e África do Sul, por meio da criação do IBAS, atende ao anseio desses países por coordenar ações de líderes emergentes, de forma a interferirem na fixação de prioridades do G-77, controlarem a influência do C-34 sobre o Conselho Econômico e Social da ONU e articularem posições conjuntas no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC).

  4. D No âmbito da Cúpula América do Sul-África, criada em 1990, por iniciativa dos cinco países-membros do MERCOSUL e dos quinze integrantes da Comunidade de Desenvolvimento do Sul da África, além da ALADI, os projetos de cooperação enfatizam o desenvolvimento sustentável e a geração de energia de fontes alternativas e não tratam de segurança, administração pública e economia.

  5. E Dado o acirramento de tensões internacionais, é provável que ocorra, embora não prevista, a reforma do Conselho de Segurança da ONU nos próximos anos, ainda na gestão do atual secretário-geral, e, caso ocorra, o Brasil irá figurar como candidato natural da América Latina a um assento permanente no conselho, visto que conta com o apoio da Colômbia, Argentina e Venezuela.