O movimento de normalização das relações com Cuba, a partir de 2014, constitui um marco da política externa do governo do presidente Barack Obama para a América Latina.
A respeito das relações hemisféricas dos EUA durante a gestão Obama, julgue (C ou E) os itens subsecutivos.
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Os EUA indispuseram-se com o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), que se recusou a convocar sessão do Conselho Permanente da OEA para tratar de alteração da ordem constitucional na Venezuela e do referendo revogatório defendido pela oposição venezuelana.
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Após anúncio do presidente Obama, em 2014, o governo norte-americano implantou medidas migratórias que beneficiaram milhões de indivíduos sem documentos no país, com a regularização de seu status migratório. A medida amparou majoritariamente imigrantes latinos que passaram a dispor de direitos atribuídos a cidadãos norte-americanos e a imigrantes documentados.
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As consequências positivas diretas da retomada das relações com Cuba incluem o abrandamento das restrições para que norte-americanos visitem a ilha, o aumento do limite de remessa de recursos financeiros dos EUA para Cuba, o relaxamento das restrições para que empresas norte-americanas exportem para Cuba e o anúncio de investimentos norte-americanos na ilha, em setores como hotelaria, finanças, turismo e comunicações.
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No plano político, os principais pontos de atrito com o Brasil durante a gestão Obama foram a oposição brasileira à Resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas — aprovada em 2010 e patrocinada pelos EUA — de imposição de sanções econômico-comerciais ao Irã e a revelação, em 2013, da interceptação ilegal de conversas telefônicas de autoridades brasileiras pela Agência de Segurança Nacional dos EUA.