Com base na evolução das teorias de Economia Internacional e nas dinâmicas de Comércio, julgue os itens a seguir.
A teoria das Vantagens Absolutas (Adam Smith) conseguia justificar de forma cabal os benefícios universais do comércio, mesmo quando um país possuía a liderança e eficiência absolutas na produção de todos os bens transacionáveis.
A teoria das Vantagens Comparativas, desenvolvida por David Ricardo, argumenta que o comércio internacional beneficia todas as partes envolvidas porque baseia-se nos custos de oportunidade (custos relativos), independentemente da eficiência absoluta de cada país.
O modelo Heckscher-Ohlin (H-O) de comércio internacional inovou ao argumentar que os padrões de especialização derivam unicamente das diferenças de produtividade do trabalho humano em cada país, desconsiderando as dotações de capital e terra.
A Nova Teoria do Comércio (NTT), cujos fundamentos incluem autores como Paul Krugman, buscou explicar padrões não previstos pelos modelos clássicos (como o intenso comércio entre nações semelhantes) incorporando premissas de economias de escala (retornos crescentes) e concorrência imperfeita (monopolística).