Com base no conteúdo estudado sobre o tema, julgue (C ou E) os itens a seguir.
A Confederação do Equador, eclosão em julho de 1824, pode ser interpretada como uma consequência direta e violenta da imposição da Constituição de 1824 e de seu caráter centralizador, que limitava severamente a autonomia das províncias ao instituir a nomeação dos presidentes provinciais pelo imperador.
No que tange à relação de poderes, o projeto constitucional de 1823 e a Constituição de 1824 convergiam na atribuição de supremacia ao Poder Moderador, embora divergissem quanto à sua titularidade, sendo o primeiro um defensor da soberania do monarca e o segundo, do Legislativo.
A Guerra da Cisplatina (1825-1828), além de drenar recursos e prestígio do Primeiro Reinado, culminou na manutenção da província da Cisplatina como parte integrante do Império do Brasil, reafirmando a unidade territorial sob Dom Pedro I.
O processo de institucionalização do novo Estado, iniciado com a convocação da Assembleia Constituinte de 1823, foi marcado por uma transição abrupta de um modelo que almejava uma monarquia constitucional com limites ao poder imperial para um regime centralizado e autoritário, imposto pela vontade unilateral do monarca.